Tem muitos blogs que eu sigo, porque me identifico com o estilo, com o que as pessoas escrevem, porque me fazem pensar, rir, me emocionam...
Hoje eu li um post da Lilian, no Diarréia de Pensamentos, e achei que combina muito com o que eu venho pensando sobre blogs pessoais que não são populares pelo que escrevem, mas pelas mentiras e coisas inacreditáveis. E ainda fazem questão de contar acessos mesmo sabendo que são baseados em mentiras.
Aqui o post.
Bjs
Mostrando postagens com marcador blogs. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador blogs. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 15 de maio de 2013
domingo, 5 de maio de 2013
Se eu fosse, neste terceiro 3 de Maio...
O post deveria ter acontecido na sexta feira, quando oficialmente o blog fez três anos. Mas por vários motivos, acabou não acontecendo.
Um dia antes eu havia passado pelo Casa Claridade, e visto uma postagem que me inspirou para o post que eu queria escrever, e mesmo atrasado, vou reproduzir aqui porque tem muito a ver com o momento de reflexão e ação que ando passando.
Fiz ótimas amigas neste mundo virtual, e a elas eu sou muito grata pelo carinho, pelas palavras, pelo incentivo, pela força que me dão, de todos os modos.
Obrigada às que visitam meu cantinho e me escrevem, e mesmo àquelas que só passam e me dão o prazer da visita.
E que venham outros 3 de Maio para continuar por aqui.
Bjs
Mima D.
Se eu fosse...
... um objecto, seria um livro.
... um número, seria o três.
... uma direção, seria o Sul.
... uma palavra, seria "dedicação".
... uma fruta, seria um morango.
... um animal, seria um panda.
... uma flor, seria uma flor de cerejeira.
... um mês, seria Maio.
... um dia da semana, seria uma Segunda feira.
... uma hora do dia, seria cinco da manhã.
... um clima, seria um dia ameno de Outono.
... um líquido, seria um suco de limão.
... um sabor, seria de algodão doce.
... uma música, seria "Why" de Annie Lenox
... um elemento, seria Água.
... uma parte do corpo, seria o cérebro.
... um sentimento, seria inquietude.
... um lugar, seria uma praia deserta.
... um móvel, seria uma estante de livros.
... um som, seria o do mar quebrando nas pedras.
... uma cor, seria preto.
... uma pedra preciosa, seria uma ametista.
... uma forma, seria um círculo.
... outra pessoa, seria aquela que estou sempre buscando ser quando ajudo o outro.
(Obrigada, Lilly, Daniii, Viih, Flor, Loh LS, Ana Martins, Mi, Ex não vaidosa, A veia do blog e em especial pela inspiração, a Hazel Casa Claridade)
Um dia antes eu havia passado pelo Casa Claridade, e visto uma postagem que me inspirou para o post que eu queria escrever, e mesmo atrasado, vou reproduzir aqui porque tem muito a ver com o momento de reflexão e ação que ando passando.
Fiz ótimas amigas neste mundo virtual, e a elas eu sou muito grata pelo carinho, pelas palavras, pelo incentivo, pela força que me dão, de todos os modos.
Obrigada às que visitam meu cantinho e me escrevem, e mesmo àquelas que só passam e me dão o prazer da visita.
E que venham outros 3 de Maio para continuar por aqui.
Bjs
Mima D.
Se eu fosse...
... um objecto, seria um livro.
... um número, seria o três.
... uma direção, seria o Sul.
... uma palavra, seria "dedicação".
... uma fruta, seria um morango.
... um animal, seria um panda.
... uma flor, seria uma flor de cerejeira.
... um mês, seria Maio.
... um dia da semana, seria uma Segunda feira.
... uma hora do dia, seria cinco da manhã.
... um clima, seria um dia ameno de Outono.
... um líquido, seria um suco de limão.
... um sabor, seria de algodão doce.
... uma música, seria "Why" de Annie Lenox
... um elemento, seria Água.
... uma parte do corpo, seria o cérebro.
... um sentimento, seria inquietude.
... um lugar, seria uma praia deserta.
... um móvel, seria uma estante de livros.
... um som, seria o do mar quebrando nas pedras.
... uma cor, seria preto.
... uma pedra preciosa, seria uma ametista.
... uma forma, seria um círculo.
... outra pessoa, seria aquela que estou sempre buscando ser quando ajudo o outro.
(Obrigada, Lilly, Daniii, Viih, Flor, Loh LS, Ana Martins, Mi, Ex não vaidosa, A veia do blog e em especial pela inspiração, a Hazel Casa Claridade)
Marcadores:
2013,
aniversário,
blogs,
pensamentos positivos
quarta-feira, 2 de maio de 2012
Falta um dia
E por incrível que pareça, já se vão dois anos.
Dois anos que comecei a escrever aqui.
Dois anos que prometi mudanças - que não aconteceram.
Dois anos que juro que vou me machucar menos.
Dois anos que acredito que vai ser possível ser feliz.
Dois anos que a vontade de ficar bem existe, mas que as ações não correspondem a isso.
Dois anos que criei um espaço pra exorcizar meus medos, expandir meus horizontes, buscar forças pra continuar.
Dois anos em que nada disso aconteceu e que eu continuo atada aos nós que eu mesma amarrei, e que só fazem criar feridas ainda maiores em mim mesma.
Não vai mudar nada em um passe de mágica de hoje para amanhã.
Mas eu gostaria muito de acreditar que amanhã vou acordar e que minha vida vai ter algo de bom me esperando e dizendo: valeu a pena você esperar até hoje, porque agora o mundo é SEU pra ser FELIZ...
E hoje, a única música que me vem a cabeça é essa...
Bjs
Dois anos que comecei a escrever aqui.
Dois anos que prometi mudanças - que não aconteceram.
Dois anos que juro que vou me machucar menos.
Dois anos que acredito que vai ser possível ser feliz.
Dois anos que a vontade de ficar bem existe, mas que as ações não correspondem a isso.
Dois anos que criei um espaço pra exorcizar meus medos, expandir meus horizontes, buscar forças pra continuar.
Dois anos em que nada disso aconteceu e que eu continuo atada aos nós que eu mesma amarrei, e que só fazem criar feridas ainda maiores em mim mesma.
Não vai mudar nada em um passe de mágica de hoje para amanhã.
Mas eu gostaria muito de acreditar que amanhã vou acordar e que minha vida vai ter algo de bom me esperando e dizendo: valeu a pena você esperar até hoje, porque agora o mundo é SEU pra ser FELIZ...
E hoje, a única música que me vem a cabeça é essa...
Bjs
WHY
How many times do I have to try to tell you That I'm sorry for the things I've done
But when I start to try to tell you That's when you have to tell me Hey...this kind of trouble's only just begun
I tell myself too many times Why don't you ever learn to keep your big mouth shut
That's why it hurts so bad to hear the words That keep on falling from your mouth
Falling from your mouth Falling from your mouth
Tell me...
Why Why
But when I start to try to tell you That's when you have to tell me Hey...this kind of trouble's only just begun
I tell myself too many times Why don't you ever learn to keep your big mouth shut
That's why it hurts so bad to hear the words That keep on falling from your mouth
Falling from your mouth Falling from your mouth
Tell me...
Why Why
I may be mad I may be blind I may be viciously unkind But I can still read what you're thinking
And I've heard it said too many times That you'd be better off Besides...
Why can't you see this boat is sinking (This boat is sinking this boat is sinking)
Let's go down to the water's edge And we can cast away those doubts Some things are better left unsaid But they still turn me inside out Turning inside out turning inside out
Tell me... Why Tell me... Why
And I've heard it said too many times That you'd be better off Besides...
Why can't you see this boat is sinking (This boat is sinking this boat is sinking)
Let's go down to the water's edge And we can cast away those doubts Some things are better left unsaid But they still turn me inside out Turning inside out turning inside out
Tell me... Why Tell me... Why
This is the book I never read These are the words I never said This is the path I'll never tread
These are the dreams I'll dream instead This is the joy that's seldom spread These are the tears...
The tears we shed This is the fear This is the dread These are the contents of my head
And these are the years that we have spent And this is what they represent
And this is how I feel Do you know how I feel? 'Cause I don't think you know how I feel
I don't think you know what I feel I don't think you know what I feel You don't know what I feel
These are the dreams I'll dream instead This is the joy that's seldom spread These are the tears...
The tears we shed This is the fear This is the dread These are the contents of my head
And these are the years that we have spent And this is what they represent
And this is how I feel Do you know how I feel? 'Cause I don't think you know how I feel
I don't think you know what I feel I don't think you know what I feel You don't know what I feel
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Vergonha
Ah...tem vergonha de andar comigo na frente dos outros... Que pena...
Mas deixa eu perguntar: tem boa companhia de verdade na hora que quiser? sabe quem são as pessoas que de fato pode contar na hora do aperto? sabe dirigir? tem um bom salário, um carro e casa legais? pode fazer o que quer da vida sem se preocupar com a opinião dos outros porque é você quem paga suas contas? construiu boas coisas na vida que vão lhe acompanhar pra sempre? tem uma história legal pra contar? pode se considerar um porto seguro pras pessoas que você gosta?
Não? ah, tá... então se alguém tem que ter vergonha de alguém aqui, sou eu...
Depois de pensar um pouco numa situação, lembrei desse comercial que a Lilly postou sobre 'vergonha de pai'. Às vezes não é só de pai e mãe não... E geralmente quem sente vergonha é quem envergonha o outro...
Bjs
Mas deixa eu perguntar: tem boa companhia de verdade na hora que quiser? sabe quem são as pessoas que de fato pode contar na hora do aperto? sabe dirigir? tem um bom salário, um carro e casa legais? pode fazer o que quer da vida sem se preocupar com a opinião dos outros porque é você quem paga suas contas? construiu boas coisas na vida que vão lhe acompanhar pra sempre? tem uma história legal pra contar? pode se considerar um porto seguro pras pessoas que você gosta?
Não? ah, tá... então se alguém tem que ter vergonha de alguém aqui, sou eu...
Depois de pensar um pouco numa situação, lembrei desse comercial que a Lilly postou sobre 'vergonha de pai'. Às vezes não é só de pai e mãe não... E geralmente quem sente vergonha é quem envergonha o outro...
Bjs
Marcadores:
blogs,
decepções,
reflexão,
restrospectiva
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Frase Objeto de Desejo
O site (ODD) é ótimo. Me deixa morrendo de vontade de muitas coisas, mesmo não sendo uma consumista...
Mas desta vez a frase é que é um Objeto de Desejo (junto com o bracelete seria ainda melhor, claro!):
“Have patience with everything unresolved in your heart and try to love the questions themselves, as if they were locked rooms or books written in a very foreign language. Don’t search for the answers, which could not be given to you now, because you would not be able to live them. And the point is to live everything. Live the question now. Perhaps then, some day far in the future, you will gradually without even noticing it, live your way into the answer.
-Rainer Maria Rilke (trans. by Stephen Mitchell)
-Rainer Maria Rilke (trans. by Stephen Mitchell)
Bjs
terça-feira, 28 de junho de 2011
Amigos e textos que ajudam
Este vai ser uma cópia do blog da Lilly, mas sei que ela entenderá e não me recriminará por isso.
Em breve, breve mesmo, volto a escrever aqui com a vontade de sempre.
Porque o começo é algo difícil, e o recomeço não é diferente.
Mas sempre há alguém pra nos ajudar a "começar o começo".
Bjs
“PAI, COMEÇA O COMEÇO!”
Quando eu era criança e pegava uma tangerina para descascar, corria para meu pai e pedia: - “pai, começa o começo!”.
O que eu queria era que ele fizesse o primeiro rasgo na casca, o mais difícil e resistente para as minhas pequenas mãos.
Depois, sorridente, ele sempre acabava descascando toda a fruta para mim. Mas, outras vezes, eu mesmo tirava o restante da casca a partir daquele primeiro rasgo providencial que ele havia feito.
Meu pai faleceu há muito tempo (e há anos, muitos, aliás) não sou mais criança.
Mesmo assim, sinto grande desejo de tê-lo ainda ao meu lado para, pelo menos, “começar o começo” de tantas cascas duras que encontro pelo caminho.
Hoje, minhas “tangerinas” são outras.
Preciso “descascar” as dificuldades do trabalho, os obstáculos dos relacionamentos com amigos, os problemas no núcleo familiar, o esforço diário que é a construção do casamento, os retoques e pinceladas de sabedoria na imensa arte de viabilizar filhos realizados e felizes, ou então, o enfrentamento sempre tão difícil de doenças,
perdas, traumas, separações, mortes, dificuldades financeiras e, até mesmo, as dúvidas e conflitos que nos afligem diante de decisões e desafios.
Em certas ocasiões, minhas tangerinas transformam-se em enormes abacaxis......
Lembro-me, então, que a segurança de ser atendido pelo papai quando lhe pedia para “começar o começo” era o que me dava a certeza que conseguiria chegar até ao último pedacinho da casca e saborear a fruta.
O carinho e a atenção que eu recebia do meu pai me levaram a pedir ajuda a Deus, meu Pai do Céu, que nunca morre e sempre está ao meu lado.
Meu pai terreno me ensinou que Deus, o Pai do Céu, é eterno e que Seu amor é a garantia das nossas vitórias.
Quando a vida parecer muito grossa e difícil, como a casca de uma tangerina para as mãos frágeis de uma criança, lembre-se de pedir a Deus:
“Pai, começa o começo!”.
Ele não só “começará o começo”, mas resolverá toda a situação para você.
Não sei que tipo de dificuldade eu e você encontraremos pela frente. Sei apenas que vou me garantir no Amor Eterno de Deus para pedir, sempre que for preciso:
“Pai, começa o começo!”.
Aqui o PS da Lilly, que eu também reproduzo pra todos:
ps: acho que a pessoa que precisa da ajuda tem que ter a humildade de pedi-la.
porque às vezes até queremos" começar o começo" para alguem, mas esta ajuda é recusada.
e ficamos alí, vendo aquela pessoa fazer do jeito errado...mas já que ela não quer ajuda...
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Aos poucos, um pouco mais
Quem disse que problemas são de fácil solução, e que nós é que complicamos tudo, certamente estava a fim de mostrar minha incapacidade de resolver os meus.
O que vale é que nestas horas a amizade, seja de quem está muito perto ou de quem mal me conhece, me mantém suspensa por um fio de esperança, não me deixando cair no abismo a minha frente.
A Lilly, do Isso é coisa de Lilly, me fez um carinho lindo hoje, deixando um comentário no post-desabafo de anteontem.
E eu que li o post dela sobre filhos - saramago - e fiquei com vontade de comentar porque soube semana passada que vou ser tia em dobro (minha irmã aqui no Rio vai ter um menino, o já amado e muito paparicado Arthur, e a que se mudou pra MS contou que está esperando um bebê também), e acredito que esta minha vocação para amar sobrinhos também é um presente divino.
Daí, em meio aos meus momentos de libertação momentânea dos problemas, passei lá no O Divã Dellas e li duas coisas que me encantaram: O Perigo das Conclusões Precipitadas, escrito pela Cinthya, e Mesmo assim, eu vou chegar lá!, da Verônica.
E a Amélie, que agora está no Mil e uma faces (e fases) de Amelie Poulin escrever este post "Se depois de eu morrer (...)" que me deixou sentindo um agradável alívio por achar palavras que estavam perdidas em mim.
Ler estas e outras palavras como as que minha prima me deixou no e-mail hoje e que certamente estarão aqui em breve, me fazem crer que é possível não desistir, apesar de tudo.
Obrigada. Muito obrigada mesmo.
Bjs
sábado, 12 de março de 2011
Imagens que valem pelas palavras (1) - Editado
(Post 1 de 3 que ERA pra ser pequeno...)
Hoje um post com muitas fotos e poucas palavras.
O trabalho de muitas horas na frente do micro me faz, além de perder a vontade de voltar a ele em casa, sentir a tendinite gritar em alto e bom som que vai me fazer companhia logo, logo. Mais uma "ite" para as tantas que me aparecem nesta época...
Mas sou teimosa, e preciso de algum jeito extravasar algumas coisas que estão me incomodando, e lembrar de outras que ainda são motivos para não desistir. E as fotos vão me ajudar a fazê-lo.
Vou ficar devendo a mim mesma escrever mais. Arrancar de dentro do peito. Desfazer o nó da garganta e a trava dos dedos. Mas hoje não.
Bjs
PS: As metas físicas já foram refeitas. Os prêmios para cada conquista, determinados.
As metas profissionais estão sendo avaliadas.
As metas sentimentais, idem.
Para não dizer que não me diverti, sexta fui ao baile, e claro, era à fantasia. Os bolsistas capricharam: Verônica, de gângster; Ana, de coelhinha; Camilla, de Mulher-gato; Maria, de pirata; Marcelly, de bruxa; e os meninos, Alan, Guilherme e Wallace, de soldados do Bope. Ah! E a tia Regina segurando a galera, claro!
E seguindo a linha "fantasia", sem ser carnaval, um pessoal que também curte muito são os Cosplayers. Estes estavam muito perfeitos! Taí uma coisa que aprendi a gostar por causa do Bruno: eventos de anime. Se não for nada de mais, pelo menos me divirto com as caracterizações...
E uma propaganda gratuita do lugar onde meus finais de dia me fazem uma pessoa (menos ruim) mais feliz...
(legenda editada a pedido da minha doce Flor de Lótus)
Como nem tudo no trabalho é problema, estas pessoas são a razão pra eu ainda estar lá: meu pai, Marcus, Denise, Luiz, tia Vera, tia Lena, minha irmã, Fátima, Janete e Biel. Aqui ainda faltam a Fabi e a Bianca, que chegaram depois pra aumentar o grupo!
Falando em grupo, minha vida é muito melhor quando estou assim: cercada de amigos que eu adoro! Estes são colegas de faculdade que estiveram em um reencontro de muitos que ainda acontecerão.
Exame de faixa no Tae Kwon Do. Um dia eu vou estar lá também!
Três amigos, uma paixão em comum. Companheiros e professor de Inglês que se tornaram meus "mosqueteiros": José, Fazolo e André. E completando o grupo, Sandra e Bruno.
Pra fechar a tampa, com medalha de ouro, Lesmas Running reunidas depois da Family Run 2009: Célia, tia Lu, pai, Ana, Bruno, Guinho e tio Xerife. Este ano tem mais! Equipe reduzida, mas os treinos já começam domingo que vem com a Corrida da Mulher.
Hoje um post com muitas fotos e poucas palavras.
O trabalho de muitas horas na frente do micro me faz, além de perder a vontade de voltar a ele em casa, sentir a tendinite gritar em alto e bom som que vai me fazer companhia logo, logo. Mais uma "ite" para as tantas que me aparecem nesta época...
Mas sou teimosa, e preciso de algum jeito extravasar algumas coisas que estão me incomodando, e lembrar de outras que ainda são motivos para não desistir. E as fotos vão me ajudar a fazê-lo.
Vou ficar devendo a mim mesma escrever mais. Arrancar de dentro do peito. Desfazer o nó da garganta e a trava dos dedos. Mas hoje não.
Bjs
PS: As metas físicas já foram refeitas. Os prêmios para cada conquista, determinados.
As metas profissionais estão sendo avaliadas.
As metas sentimentais, idem.
Para não dizer que não me diverti, sexta fui ao baile, e claro, era à fantasia. Os bolsistas capricharam: Verônica, de gângster; Ana, de coelhinha; Camilla, de Mulher-gato; Maria, de pirata; Marcelly, de bruxa; e os meninos, Alan, Guilherme e Wallace, de soldados do Bope. Ah! E a tia Regina segurando a galera, claro!
E seguindo a linha "fantasia", sem ser carnaval, um pessoal que também curte muito são os Cosplayers. Estes estavam muito perfeitos! Taí uma coisa que aprendi a gostar por causa do Bruno: eventos de anime. Se não for nada de mais, pelo menos me divirto com as caracterizações...
E uma propaganda gratuita do lugar onde meus finais de dia me fazem uma pessoa (menos ruim) mais feliz...(legenda editada a pedido da minha doce Flor de Lótus)
Como nem tudo no trabalho é problema, estas pessoas são a razão pra eu ainda estar lá: meu pai, Marcus, Denise, Luiz, tia Vera, tia Lena, minha irmã, Fátima, Janete e Biel. Aqui ainda faltam a Fabi e a Bianca, que chegaram depois pra aumentar o grupo!
Falando em grupo, minha vida é muito melhor quando estou assim: cercada de amigos que eu adoro! Estes são colegas de faculdade que estiveram em um reencontro de muitos que ainda acontecerão.
Exame de faixa no Tae Kwon Do. Um dia eu vou estar lá também!
Três amigos, uma paixão em comum. Companheiros e professor de Inglês que se tornaram meus "mosqueteiros": José, Fazolo e André. E completando o grupo, Sandra e Bruno.
Pra fechar a tampa, com medalha de ouro, Lesmas Running reunidas depois da Family Run 2009: Célia, tia Lu, pai, Ana, Bruno, Guinho e tio Xerife. Este ano tem mais! Equipe reduzida, mas os treinos já começam domingo que vem com a Corrida da Mulher.
Marcadores:
amigos,
blogs,
dança de salão,
família,
Lesmas Running,
paixões,
tae kwon do
Recuperando o tempo ausente (2)
(Post 2 de 3)
Para quem não podia ficar muito tempo digitando, estou saindo pior que a encomenda...
Mas é por uma boa causa. Estou pondo em dia minhas visitas às amigas queridas antes de começar mais um dia agitado.
E aproveito pra compartilhar coisas interessantes que li:
- O Divã Dellas: Três Pessoas que Te Amam
- Palavras ao Vento: Só se ama o que não se possui completamente
- Isso é Coisa de Lilly: Two Birds
- Polaroid Poulin
- Delitos Perdidos: Silêncio
Bjs
Para quem não podia ficar muito tempo digitando, estou saindo pior que a encomenda...
Mas é por uma boa causa. Estou pondo em dia minhas visitas às amigas queridas antes de começar mais um dia agitado.
E aproveito pra compartilhar coisas interessantes que li:
- O Divã Dellas: Três Pessoas que Te Amam
- Palavras ao Vento: Só se ama o que não se possui completamente
- Isso é Coisa de Lilly: Two Birds
- Polaroid Poulin
- Delitos Perdidos: Silêncio
Bjs
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Porque navegar é preciso
Li no blog da Ana Martins, do Pequenas Epifanias, e por isso o título do post: é navegando que às vezes encontramos as palavras que precisamos.
Bjs
"Andei amando loucamente, como há muito tempo não acontecia. De repente a coisa começou a desacontecer. Bebi, chorei, ouvi Maria Bethania, fumei demais, tive insônia e excesso de sono, falta de apetite e apetite em excesso, vaguei pelas madrugadas, escrevi poemas (juro).
Agora está passando: um band-aid no coração, um sorriso nos lábios – e tudo bem. Ou: que se há de fazer?"
Caio F. Abreu
Bjs
"Andei amando loucamente, como há muito tempo não acontecia. De repente a coisa começou a desacontecer. Bebi, chorei, ouvi Maria Bethania, fumei demais, tive insônia e excesso de sono, falta de apetite e apetite em excesso, vaguei pelas madrugadas, escrevi poemas (juro).
Agora está passando: um band-aid no coração, um sorriso nos lábios – e tudo bem. Ou: que se há de fazer?"
Caio F. Abreu
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Um final de semana diferente
Não, o caos ainda não se desfez por aqui. Mas enquanto ele não desiste de mim, vou tentando me equilibrar.
Sexta acabei não indo dançar porque no sábado voltava a dar aulas no curso, senti muuuuita falta, mas não me arrependo pois estava com saudades das minhas 'crionças'. E eles voltaram atacadíssimos depois de tanto tempo sem me verem, e pior, depois de muito tempo sem SE verem.
Passei em casa depois da aula e parti para o shopping para um aniversário de família, e depois fui comprar umas roupas para academia (quem sabe assim eu paro de me sabotar e volto a comer decentemente, para emagrecer, já que ao menos de malhar eu ainda não desisti...).
Sugerindo a irmã e ao cunhado sairmos pra comer alguma coisa, fui induzida a ir pra um lugar que, por mais que eu more aqui desde que nasci, ainda não tinha ido visitar, pelo menos não depois que ela mudou pra dentro do Pavilhão: a Feira de São Cristóvão.
Não vou dizer que adorei o lugar, mas pelo menos perdi bastante da má idéia que eu fazia de lá. A dieta foi pro espaço, mas comi espetinho, queijo coalho, um crepe delicioso de carne seca e ainda trouxe pra casa uma barra de doce de leite com chocolate, e um vestido para o próximo baile de Forró com samba (o mais recente foi divertidíssimo, até de vestido eu fui! rsrs)
Falando no pessoal da dança, cada vez mais percebo o quanto ela me aproxima de pessoas que me fazem bem e exercitam meu melhor lado. Já são três os 'mais novos amigos de infância' que buscaram a minha outra profissão - a de consultora sentimental - e que tem me alugado, no melhor sentido da palavra, para conversar sobre algumas coisas que estão de certo modo lhes tirando o sossego. E é aqui que volto a lembrar do Márcio, que dizia estar vivendo um momento meio Amélie Poulain: resolvendo a vida dos outros pra não ter que pensar muito na minha.
E domingo matei um pouquinho da saudade indo dançar com eles.
E pra fechar por hoje, quero deixar um fruto que colhi nas minhas andanças pelos blogs, onde eu sempre encontro diversas coisas que me inspiram.
Desta vez encontrei um delicioso post num cantinho que me agrada muito, e não é de hoje, da Treva. Pedi permissão e vou copiar aqui o post dela que achei que tem muito a ver comigo, se olhar pra minha vida e pros meus relacionamentos complicados demais (só porque eu insisto neles):
People change. Feelings change.
It doesn't mean that the love once shared wasn't true and real. It simply just means that, sometimes, when people grow, they grow apart.
PS: A Amélie está agitando um super encontro de blogueiras e blogueiros em SP. Assim que der eu posto os detalhes, mas dá pra ter uma idéia do tamanho do evento clicando aqui.
Sexta acabei não indo dançar porque no sábado voltava a dar aulas no curso, senti muuuuita falta, mas não me arrependo pois estava com saudades das minhas 'crionças'. E eles voltaram atacadíssimos depois de tanto tempo sem me verem, e pior, depois de muito tempo sem SE verem.
Passei em casa depois da aula e parti para o shopping para um aniversário de família, e depois fui comprar umas roupas para academia (quem sabe assim eu paro de me sabotar e volto a comer decentemente, para emagrecer, já que ao menos de malhar eu ainda não desisti...).
Sugerindo a irmã e ao cunhado sairmos pra comer alguma coisa, fui induzida a ir pra um lugar que, por mais que eu more aqui desde que nasci, ainda não tinha ido visitar, pelo menos não depois que ela mudou pra dentro do Pavilhão: a Feira de São Cristóvão.
Não vou dizer que adorei o lugar, mas pelo menos perdi bastante da má idéia que eu fazia de lá. A dieta foi pro espaço, mas comi espetinho, queijo coalho, um crepe delicioso de carne seca e ainda trouxe pra casa uma barra de doce de leite com chocolate, e um vestido para o próximo baile de Forró com samba (o mais recente foi divertidíssimo, até de vestido eu fui! rsrs)
Falando no pessoal da dança, cada vez mais percebo o quanto ela me aproxima de pessoas que me fazem bem e exercitam meu melhor lado. Já são três os 'mais novos amigos de infância' que buscaram a minha outra profissão - a de consultora sentimental - e que tem me alugado, no melhor sentido da palavra, para conversar sobre algumas coisas que estão de certo modo lhes tirando o sossego. E é aqui que volto a lembrar do Márcio, que dizia estar vivendo um momento meio Amélie Poulain: resolvendo a vida dos outros pra não ter que pensar muito na minha.
E domingo matei um pouquinho da saudade indo dançar com eles.
E pra fechar por hoje, quero deixar um fruto que colhi nas minhas andanças pelos blogs, onde eu sempre encontro diversas coisas que me inspiram.
Desta vez encontrei um delicioso post num cantinho que me agrada muito, e não é de hoje, da Treva. Pedi permissão e vou copiar aqui o post dela que achei que tem muito a ver comigo, se olhar pra minha vida e pros meus relacionamentos complicados demais (só porque eu insisto neles):
People change. Feelings change.
It doesn't mean that the love once shared wasn't true and real. It simply just means that, sometimes, when people grow, they grow apart.
PS: A Amélie está agitando um super encontro de blogueiras e blogueiros em SP. Assim que der eu posto os detalhes, mas dá pra ter uma idéia do tamanho do evento clicando aqui.
Marcadores:
amigos,
blogs,
dança de salão,
encontros,
recompensas
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Pra que facilitar, se dá pra complicar?
Hoje a Long Haired Lady me escreveu algo, e eu concordo com ela.
Mas mesmo dependendo só de nós mesmos, às vezes um pequeno toque de alguém é que faz nosso mundo se tornar mais palpável, real, visível.
Sei que é uma fase. Que passa. Sempre passa. Entretanto estes dias tem sido um pouco menos simples de digerir, aceitar e transpor.
E como ainda carrego dentro de mim a 'certeza de que muito pouco sei, ou nada sei", volta e meia estou me emocionando ou me divertindo neste universo dos blogs.
Um dos que acompanho e gosto muito, que me faz sentir desejos incontroláveis de coisas que parecem meras bobagens, mas que tem muita, muita coisa interessante é o Objetos de Desejo, e em especial este post, que me fez pensar em como tento buscar mil e uma palavras quando tudo que eu queria era apenas uma, pra me fazer ser compreendida.
Vou reproduzir o post do ODD, porque acho que esta palavra caberia perfeitamente no meu instante atual:
Mamihlapinatapai - Palavra originária da Terra do Fogo e considerada como a mais sucinta do mundo. Ela é o nome de uma situação bastante complexa: “olhar trocado por duas pessoas em que cada uma espera que a outra inicie aquilo que nenhuma das duas tem coragem de iniciar”.
Não encontraria nada melhor para descrever a minha vida hoje em dia, em quase todas as esferas que a compõe.
Bjs
Assinar:
Postagens (Atom)








