Mudando pra ser feliz

terça-feira, 14 de junho de 2011

Sucesso e Felicidade

"Sucesso é conseguir o que você quer.
E felicidade é gostar do que você conseguiu." (Richard Carlson)

Meu atual estágio é ter forças para querer algo que não seja me abandonar ao sabor dos acontecimentos. Daí quem sabe eu consiga pensar em ter sucesso. E ser feliz.

Bjs

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Nada mais importa

Em diferentes idiomas, com o mesmo significado.
Nichts anderes macht aus.
Nothing else matters.

Eu queria somente ter o dom de não estragar tudo que chega perto de mim. Só queria não sentir culpa por coisas que faço e que mesmo me fazendo bem, atingem os outros e causam mágoas.

Queria aprender a ser feliz, sem tentar ser santa ou perfeita. Porque não sou. Sou fraca, inconsequente, amoral em muitos momentos, passional quando se trata de mim mesma, exageradamente comedida quando se trata de mandar às favas situações que já não me dão paz de espírito mas que de algum modo não consigo me libertar.

O último mês foi de acontecimentos incrivelmente bons e desanimadoramente ruins. Do inferno ao paraíso e novamente ao inferno em alguns dias. Da coragem de mudar e melhorar minha vida ao desespero do estar fazendo tudo errado em questão de instantes.

Acusações, brigas, mágoas, silêncio, palavras não ditas. E a sensação de que uma vez mais vou me colocar à margem da minha própria vida e me abandonar para fazer o que esperam de mim, o que devo fazer como qualquer pessoa normal faria, e continuar vivendo. Ou sobrevivendo, seria o melhor a dizer.

O corpo está de pé. Se movimenta, sente, faz, respira, dorme.
Mas a alma já não habita mais o corpo. Se deixou perder em algum momento entre a sexta feira e hoje.
O dia está sendo de abandonos. A começar por mim, passando pelo que me deu enormes alegrias nos últimos meses - a dança - e chegando nas amizades masculinas que sempre cultivei, por inúmeros motivos sérios ou não, e que agora estão sendo pontos de discórdia.

O que mais me dói é saber que não preciso passar por nada disso, que nada me obriga a fazer o que estou fazendo agora, me entregando e desistindo do que levei tanto tempo pra conquistar.
Mas as palavras foram duras, afiadas e verdadeiras demais, ainda que sua origem não seja lícita o suficiente. E o coração, o corpo e a alma já estão feridos e fracos demais para suportarem isso sem vergar.

Se vou me reerguer? Não sei. Hoje sou capaz de afirmar que não, porque ao deixar para trás o que mais me deu motivos para sorrir nos últimos meses, entendi que não posso ter o que quero sem causar dor em algumas pessoas. E se for para doer, que seja em mim.

Vou sentir tanta falta de tudo e de todos que sou incapaz de descrever o tamanho do aperto que sinto no meu coração. Mas assim como o brilho que iluminou meu olhar e meu sorriso neste período chegou sem avisar, assim também ele será capaz de desaparecer. E poucos lembrarão que um dia me dei o direito de pensar que podia ousar ser feliz.

Mais uma vez a música me acompanha. "Nothing else matters" é um nick muito antigo, da época em que a internet era quem me mantinha em contato com amigos em chats . Pela letra da música. Pelo som. Por tudo.
Metallica, na música que me acompanha desde sempre.

Bjs

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Pensando e sentindo amigos

A amizade é o conforto indescritível de nos sentirmos seguros com uma pessoa, sem ser preciso pesar o que se pensa, nem medir o que se diz.

George Eliot

(Com todas as letras para um amigo distante, mas eterno, nesta e em outras vidas.)

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Mês de Maio

Mais que inspirada pelo post da Kézia, do Ácidas e Doces, descobri esta música linda de letra simples, mas adoravelmente inspiradora.
Almir Sater é uma paixão antiga, e pra quem só conhece "Tocando em frente", vale uma atenção especial a tantas outras belíssimas canções.
Bjs

Mês de Maio
Azul do céu brilhou
E o mês de maio, enfim chegou
Olhos vão se abrir, pra tanta cor
É mês de maio, a vida tem seu resplendor
A luz do sol entrou
Pela janela, me convidou
Pra tarde tão bela, e sem calor
É mês de maio, saio e vou ver o sol se pôr
Horizonte, de aquarela, que ninguém jamais pintou
E um enxame, de estrelas, diz que o dia terminou

Noite nem se firmou
E a lua cheia, já clareou
Sombras podem vir, façam favor
É mês de maio, é tempo de ser sonhador

Quem não se enamorou
No mês de maio, bem que tentou
E quem não tiver, ainda amor
Dos solitários, o mês de maio é o protetor

Boa terra, velha esfera, que nos leva aonde for
Pro futuro, quem nos dera, que te dessem mais valor

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Uma terça feira incomum faz um post incomum

Pra variar um pouco o tom que sempre dou nos posts...

Terça feira o Espaço de Dança Cristiano Pereira foi homenageado numa conhecida casa de dança aqui do Rio, a Estudantina Musical, e assim lá fomos nós para assistirmos a homenagem e dançar num lugar que é considerado quase um 'patrimônio' para quem faz dança de salão.
Tenho que admitir que a primeira impressão que tive ao pisar ali foi "isso é que é a Estudantina?", mas como não estava ali pela fama do local e sim pelo grupo, acabei aproveitando a noite.


Galera reunida!
Eu estou na foto, mas como não queria aparecer mesmo, só vão encontrar meu pé e um pedacinho do vestido cinza...

Dançar até que nem tanto, já que eu não estava a fim de ser avaliada por ninguém fora da academia, mas foi uma noite que rendeu boas conversas e muitas más impressões desfeitas, que por si só já valeram a mudança de ares.
O destaque foi a apresentação do professor e coreógrafo Diego Garrido, da Camilla Rodrigues e do Lucas Caderusso. Eles me fazem sentir um orgulho enorme de dividir a paixão pela dança com quem faz dela uma expressão de sentimentos.




Depois disso a parte engraçada foi termos saído pra comer uma pizza, na Pizzaria Guanabara, na Lapa. Depois de refrigerantes sem gás, reclamações com garçom e gerente, muitas risadas e um final de terça feira quase às duas da manhã, cheguei em casa com uma sensação boa, de dia bem aproveitado, quando parecia que ia ser perdido. Mais uma vez algumas impressões erradas foram desfeitas e teve gente que achava que conhecia o outro que saiu de lá dizendo 'nossa, não sabia que fulano era tão maneiro!'.


Benício tirando onda, Maria e Camilla. No fundo um pedacinho de mim e o Garrido, quase dormindo.
Ainda estavam lá Marcelly e Fábio.

Isso é o que me move. O que me faz perceber que nem sempre posso querer jogar as coisas pro alto.
A estas pessoas eu devo mais uma vez um muito obrigada. Por me fazerem lembrar que a vida pode ser divertida e boa, apesar de tudo.

Bjs